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20 setembro 2011

Entrevista: Hugo e Trantor no Mundial de Agility



Entrevista do Site do Norbu & Shanti da Elenice

1. Como você se sente tendo a oportunidade de participar do Mundial de Agility?
Hugo Santos: É um orgulho enorme poder participar do maior evento de agility do Mundo. Só quem já sentiu na pele o que é entrar num pavilhão onde se respira Agility é que pode perceber o que eu sinto. O meu primeiro Mundial foi na Suíça e foi lá que mudou a minha forma de ver e sentir o Agility. Hoje, este esporte faz parte da minha vida.

2. O que isto representa para você?
Hugo Santos: Representa o resultado de muito trabalho ao longo do ano, de muita dedicação, de muitas horas afastado da família. Representa um "compromisso" com o Kissy em darmos tudo o que temos em cada prova que entramos.

Podem consultar a entrevista completa aqui

Obrigado Elenice

Hugo & Kissy

08 outubro 2009

Entrevista com Samy Wroblewski

Não basta fazer Agility, temos de o sentir e viver como se todos os obstáculos fossem os últimos.

Samy Wroblewski é uma dessas pessoas.

Resultados mais importantes nos últimos 3 anos
- 3º lugar no mundial de 2007 com a Dana – Border Collie na equipa Midi
- Campeão brasileiro midi em 2006/07 com a Dana e em 2008/09 (Theo).
- Bi campeão Campeão brasileiro midi em 2008/09 com o Theo – Shetland
- Bi-campeão Brasileiro Standard e unificado 2007/08 e 2008/09 com o Chester – Border Collie
- Melhor tempo na prova de agility individual na classe midi, no AWC Helsinki 2008 com o Theo.
- Vice-Campeão no Américas e Caribe 2008 Argentina com o Chester.
- Campeão no Aberto das Américas 2009 com o Theo.
- Campeão por equipas, Standard, no Américas e Caribe e no Aberto das Américas em 2008 com o Chester
- Campeão por equipas, Midi, no Américas e Caribe e no Aberto das Américas em 2009 com o Theo.
- 6º lugar no AWC 2009 – Dornbirn , classe Midi, com o Theo



Just Agility ( JA ) – Fazes Agility desde os 11 anos de idade, algo que em Portugal não é muito normal.
Durante estes anos alguma vez pensaste em desistir do Agility ?
Samy Wroblewski ( SW) – Já sim. Como eu era muito novo, me desanimava muito quando eliminava demais e coisas do tipo. Digo sempre que, se não fosse meu pai, talvez não estivesse até hoje no agility, ele teve muito trabalho...haha!

JA - Com apenas 21 anos já és considerado um dos melhores agiliteiros brasileiros da actualidade e um dos melhores do Mundo, o que pensas sobre isso ?
SW – Penso que é uma sonho realizado, é aquilo que eu sempre quis. Ficar entre os 10 melhores do mundo então, é uma sensação muito boa!

JA – Nos últimos 3 anos, os teus resultados agiliteiros tem sido espantosos, qual foi aquele que te deu mais prazer?
SW – São vários, como disse na resposta anterior, são sonhos realizados. Não posso eleger um, mas com certeza o 3º lugar no Mundial de 2007, com a Dana, o Bi – campeonato Brasileiro, com o Chester e esse 6º lugar, com o Theo, estão um pouco à frente dos outros.


JA – Actualmente participas na classe Midi e Standart, quais são as principais diferenças que encontras em pista e em treinos?
SW – São conduções e cães muito diferentes. Falando especificamente de mim, com Theo corro mais e com o Chester o tempo de reação é menor. As pistas aqui no Brasil não descriminam categorias, mas no mundial a pista do midi costuma ser mais travada, isso está mudando, mas ainda é assim.

JA – Tens um estilo de condução “diferente” da generalidade do Agility Brasileiro.
Em que consiste o teu estilo, quais os principais aspectos?
SW – Não sei se sou diferente, ou não, mas no Brasil ainda temos a cultura de “não eliminar” e eu tenho, de uns tempos para cá, tentando mudar isso na minha condução. Tento tirar o máximo sempre, porém sem esquecer o cão, estou me adaptando ainda, nem sempre dá certo...hehe. Tento sempre o caminho mais curto, mas sem parar muito o cão para que ele faça essa trajectória. Não gosto muito de me afastar do meu cão pois, penso que quanto mais perto eu estiver, mais claro posso deixar o exercício para ele.

JA – Provas internacionais, provas no Brasil, dar aulas de Agility na escola ..... consideras-te um profissional do Agility ?
SW – Apesar de não estar mais dando aulas de agility, não levar mais a vida como tal profissional e não gostar muito de ser considerado um profissional, não tem como fugir. Sou um profissional, pelo tempo que dediquei , são quase 50% da minha vida nesse esporte.

JA – Próximos 10 anos, quais são as tuas principais ambições?
SW – Eu tenho vontade de melhorar a minha posição no individual mas, na verdade, agora não penso muito em ambições, quero “curtir” esse resultado obtido.


JA – O que pensas do Agility Português ?
SW – Bom não conheço muito o agility Português, em si. Quem eu conheço são os que vão aos mundiais. O que posso falar é que vi pessoas novas, ou que, pelo menos não via há muito tempo e isso é bom. Renovação, pessoas como você, João e o Felipe, eu não conhecia e me pareceram ter muito boa vontade. Tem o Sérgio, com o Ben, que sempre gostei. Estão fazendo cursos, se actualizando e tentando melhorar, acho que esse é o caminho.

JA – Uma mensagem para os teus “fãs” e para os leitores do Just Agility.
SW – Primeiro quero dizer que foi um prazer conhecer você. Aos Fãs de agility e aos seus leitores, só posso dizer que continuem fazendo esse esporte maravilhoso independente de resultados que possam, ou não, vir. E que, nunca desistam dos seus cães pois, eles nunca desistirão de vocês.

Um grande abraço
Samy Wroblewski

Agradecimentos ao Samy por esta excelente entrevista

Just Agility

12 julho 2009

Entrevista com Ana Fiadeiro

Ana Fiadeiro com Shira ( Boxer ), uma dupla que marcou o Agility Português

- 15 º lugar no Campeonato do Mundo de Agility 2000 na Finlândia
- 4 participações em Mundiais representando a bandeira Portuguesa ao mais alto nível
- Campeã Nacional de Agility na categoria Std
- Vencedora da Taça de Portugal de Agility na categoria STD

Rápida, Segura e Eficaz ..... eram as principais características desta grande dupla agiliteira.

Entrevista

Just Agility (JA) – Finlândia, campeonato do mundo de 2000, como te sentiste depois de alcançares o magnifico resultado (15º lugar)?
Ana Fiadeiro (AF) – O fazer Agility veio de brincar com a Shira nos parques infantis e achar que ela adora´ría "brincar" em agility; a competição já me era familiar no meu desporto da altura, e actual profissão, professora de karate; o conseguir um lugar de destaque no meio do agility português, com uma cadela que iniciou o agility com 2 anos, que não foi comprada para fazer agility, que era a minha cadela de companhia e grande amiga de 4 patas, foi algo muito recompensador quanto á amizade que tenho pela Shira e pelo trabalho e tempo passado com ela, nos campos de agility, na praia e jardins.


JA – O que é necessário para atingir o patamar que atingiste no Mundial da Finlândia?
AF – Antes de mais nada, humildade; colado a este factor, ter o objectivo de estar a 100% no que se faz; claro que inerente e sem dúvida nenhuma, muito treino, muitas horas de dedicação ao agility mas sempre com muito carinho pelos bichos para conseguirmos ter deles o que queremos em agility e eles terem de nós o que querem, atenção e muito amor.


JA – Comparando o Agility actual com o Agility à 10 anos atrás, quais as principais diferenças?
AF – Estou fora do agility actual e o mais próximo que estive, já lá vão 5 ou 6 anos; mas sem dúvida nenhuma, o que se destaca, é o tipo de "cães", a raça" que pratica agility actualmente; já não é o cão de casa, o amigo que temos e escolhemos para ter e que decidimos fazer agility para nos divertirmos; passou a ser um cão escolhido para fazer agility e um potencial vencedor, com muita velocidade e astúcia, normalmente, o Border Collie ou Shettland.


JA – O Agility ficou mais “pobre” com a tua saída, ponderas alguma vez retornar e mostrar que o “vicio” do Agility não desapareceu?
AF – Engraçada essa expressão mas tudo são fases na vida; agora com quase 38 anos e duas filhas, uma em idade escolar e outra daqui por 2 anos também estará, a minha Shira está quase com 15 anos e foi e sempre será Muito especial como cadela e amiga, e o agility teve o seu lugar e espaço no tempo; não nego que adorava retomar pois tem haver com cães, que adoro, tem haver com competição, que sempre fez parte da minha vida desde miúda e continua, apesar da minha pausa de há 4 anos para cá devido a mais uma filhota; quem sabe se voltarei a "brincar" com as minhas cadelas no agility!


JA – Uma palavra para todos os agiliteiros portugueses e para os seguidores do blog Just Agility
AF – Brinquem muito com os vossos Amigos de 4 Patas para terem deles o melhor: a dedicação de um bicho !
O blog Just Agility torna-se importante na divulgação dos binómios e desta actividade tão gratificante !


Obrigado Ana e obrigado Shira.


Hugo
Just Agility

10 setembro 2008

Entrevista com Marta Pires

Marta Pires,

Pratica Agility à 7 anos, desde os 11 anos de idade que anda a passear classe nos campos de Agility

Os seus cães são :
- Billy Jr , um Border Collie com 7 anos , no Grau 3
- Zé , um Border Collie com 3 anos, no Grau 1
- Lá , uma Border Collie com 1 ano, ainda não compete
- Packo, um Schipperke com 1 ano, não faz agility

Just Agility - Este foi um ano em grande para a dupla Marta Pires / Billy Jr, depois de em 2007 teres sido campeã Paulista, em 2008 o 3º no Ranking Brasileiro, 4º no Unificado e a garantia da presença no Mundial da Finlândia 2008. Depois do stress das provas finais, como te sentes com este grande ano Agiliteiro ?

Marta Pires - Acho que não tive muito tempo para pensar em todos os resultados.. até porque o novo ano já começou em agosto com a copa CBA.

Mas parando para pensar.. uau quem diria não é mesmo! Posso dizer que esses resultados para mim representam um alivio. Finalmente pude mostrar que SIM eu consigo me classificar para o mundial ( no mundial da Suíça eu substitui o campeão da copa CBA que desistiu da vaga) e "calar" muitas bocas que diziam que nós nunca iríamos para o mundial .

Fora isso o meu orgulho e amor pelo Billy não tem explicação e crescem a cada dia não pelo agility mas pelo amigo e companheiro que ele tem sido ao longo destes 7 anos e por sermos uma boa dupla juntos.


Just Agility - A presença num Mundial é um sonho para qualquer Agiliteiro, depois do 1º Mundial na Suiça 2006 agora a presença no Finlândia 2008, a 2 semanas do Mundial, é um sonho concretizado ou esperas ir mais longe na tua carreira Agiliteira ?


Marta Pires - Lógico que sempre queremos mais e mais.
No mundial da Suíça eu entrei muito nervosa e com medo das criticas se fosse eliminada. Este ano é diferente, eu lutei para estar lá, não preciso provar mais nada a ninguém e a única pressão é a que eu faço a mim mesma.
Então eu vou dar tudo de mim e tentar tirar o máximo do Billy e com isso ter um melhor resultado do que na Suíça.

Para o futuro espero ter outros títulos com outros cães, mas se acabasse aqui a carreira agiliteira eu já estaria muito feliz.


Just Agility - Começaste a fazer Agility aos 11 anos, alguma vez tinhas pensado que ias estar presente num Mundial, entre os melhores do Mundo ?

Marta Pires - Eu sempre tive o sonho de participar num mundial, na verdade quem não tem ?
Só que quando se tem 11 anos tudo é diferente.Não pensamos nas "barreiras" que temos que enfrentar até chegar lá.

Quando participei do mundial da Suíça em 2006 tinha 16 anos e achava que as coisas caiam do céu, tanto que eram raras as vezes que eu treinava e tinha virado rotina ir para as provas sem treinar, apenas testando a sorte!

Este ano acho que amadureci o meu pensamento em relação ao agility, passei a treinar mais e a me dedicar. No final deu certo, e esta classificação foi a melhor coisa que me aconteceu nestes 7 anos de agility porque para irmos pro mundial tínhamos que ficar entre os 4 primeiros do ranking( coisa que muitos diziam que eu não seria capaz) enfrentando todas as pressões.


Just Agility - Em Portugal, existem muitos poucos jovens a fazer Agility, qual a melhor forma de incentivar um jovem de 13 anos a fazer Agility ?

Marta Pires - Tanto em Portugal ou em qualquer parte do mundo a melhor forma de incentivar um jovem seria não o colocar em competição(isto eu digo em termos de ganhar as provas, concorrer contra as outras pessoas) e sim apenas em provas onde o objetivo é entrar com o cão e mais nada. Jovem é jovem, gosta de ter o tempo pros amigos, ir no cinema, praia etc..

A partir do momento que ele se dá conta que tem que deixar tudo isso para passar os finais de semana a competir ele desiste do agility.Até porque competição não é uma coisa saudável e dependendo da pessoa muitas vezes a saúde do cão fica em ultimo lugar.

Então tem que se apresentar o agility a eles apenas como uma coisa a ser feita com o cão dele e deixar as coisas caminharem naturalmente, no tempo certo ele entrara para a competição por vontade própria.


Just Agility - À 4 anos fora de Portugal, para quando a Marta Pires vai competir em terras portuguesas ?

Marta Pires - Não sabemos o dia de amanha não é mesmo.. Quando eu vi o Billy pela primeira vez nunca imaginei em competir em terras Brasileiras! E já estou aqui há 4 anos.

Tenho um grande desejo de competir em terras portuguesas mas isso só o destino vai dizer, enquanto isso não me acontece resta só torcer pelos tugas =)



Just Agility - Daquilo que vês, achas que o Agility em Portugal tem futuro e que pode vir a estar no Top Mundial ?

Marta Pires - Para mim estar no Top Mundial não significa ganhar o Mundial. Mundial é um final de semana e como isso pode eleger o melhor do mundo??

Top Mundial para mim significa ter bons resultados ao longo da sua carreira, treinar diferentes coisas e ter a humildade de procurar novos métodos com outras pessoas, correr atrás de informações novas e testar nos seus cães.

Isso eu já acho que Portugal tem, apesar de serem poucos os que fazem e pensam dessa maneira. ( somos poucos mas somos bons ahahaha) Resta esses poucos plantarem essa semente no agility e tenho certeza que os frutos viram muito brevemente.

Just Agility - Uma palavra para os grandes amigos que tens em Portugal.

Marta Pires - Muito obrigada pelo apoio que me deram ao longo destes 4 anos, por nunca terem esquecido de mim e pelos bons reencontros ( como por exemplo no Mundial da Espanha e da Suíça). É difícil escrever sobre isto, ainda mais quando se chega num ponto e ve quem realmente esteve do nosso lado sempre.. isso aumenta mais e mais a saudade, mas como diz minha Avó, o que importa e o que me deixa feliz é saber que todos estão bem e felizes, a saudade a gente aguenta ;) ( É mais fácil escrever do que fazer..)

Obrigada ao Luis Narciso que quando veio aqui ao Brasil ficava ate ás 2 da manha a conversar, me deu muitos bons conselhos e me fez chorar muito quando disse que sentia muito orgulho de mim.. Para uma pessoa que esta tão longe, ouvir isto é tao importante quanto ganhar um mundial ou outra competição.

Obrigada também ao João Sá que após ver um treino do Billy aqui em minha casa ( na viagem dele ao Brasil) disse que se eu não fosse pelo Brasil tinha lugar na seleção portuguesa para o mundial, sei que seria impossível e injusto, mas me fez sentir apoiada e com mais vontade de conquistar esta vaga.

Hugo uma especial palavra pra ti:

Obrigada pelos emails, comentários e posts de apoio, não sabes o quanto isso me deixa feliz ainda mais vindo de alguém da minha terra, tem um gosto especial;)

Muito obrigado pela entrevista e muito boa sorte para o Mundial na Finlândia 08

Brigada Hugoo!!


Obrigado Marta pela entrevista ... e ficamos a espera de te ver um dia a competir em terras lusitanas.
Hugo
Just Agility

12 novembro 2007

Agility é para todos, não importa a idade - Entrevista com Isabel Florindo

Agility é para todos,

Seja qual for a idade, basta teres um cão.

À uns tempos atrás falei dos futuros Agiliteiros de Portugal , hoje é dia de prestar uma grande homenagem a Isabel Florindo ( Cãogurus ).

Isabel tem uma Cocker , a Brownie e pratica Agility

É um exemplo a seguir por todas as pessoas que pensam que a vida se limita a estar a olhar para uma tv e sair com o cão somente na altura das necessidades.
Entrevista com Isabel Florindo
JA - Eu sei que não se deve perguntar a idade a uma senhora, mas mais ou menos , que idade tem ?
Isabel – 62 anos

JA - O que é que a levou a praticar Agility ?
Isabel – O facto de a cadela ser maluca e de terem indicado uma escola - Os Cãogurus - para fazer obediência, pois assim ela iria ficar mais calma. Na escola descobri que ela (Brownie) era rápida e gostava de andar aos saltos, a entrar e a sair, a furar e a subir… e gostava de agradar e de ser elogiada quando as coisas corriam bem.

JA - Algo mudou na sua vida depois de começar a praticar Agility ?
Isabel – Muita coisa mudou. A minha ligação aos meus cães tornou-se mais estreita, assim como desenvolvi uma melhor compreensão das suas necessidades. Os meus tempos livres, que ficaram muito mais preenchidos com os treinos e as provas. A minha forma física melhorou. Fiz novos e bons amigos de duas e de quatro patas.

JA - O que acha do Agility em Portugal ?
Isabel – Ainda está pouco desenvolvido, e é um meio ainda muito restrito, não por falta de conhecimentos e contacto com outros países, mas por falta de condições para a sua prática. Há poucos clubes, poucos treinadores, talvez pouco intercâmbio de experiências. Há que apostar na divulgação, nos contactos com escolas e autarquias, em acções de sensibilização em feiras e exposições (não só provas, pois nelas as pessoas não podem interagir directamente com os donos e os animais). É preciso abrir os clubes e deixar experimentar, pois é pela quantidade que se alcança a qualidade.

JA - 3 razões para praticar Agility ?
Isabel- O Agility é um desporto que promove a interacção entre o cão e o dono, desenvolvendo laços extraordinários de compreensão e cumplicidade
Torna os animais muito mais sociáveis, não só com outros cães, como também com outras pessoas
Ajuda a prolongar a vida activa dos cães e dos donos, pela necessidade de manter uma certa forma física necessária para os treinos e as provas
Promove novas amizades e proporciona convívios e o conhecimento de novos lugares


Obrigado e boa sorte para as próximas provas
Just Agility

23 outubro 2007

Entrevista a Hugo Santos, de Agility SRD

Podem ver parte da entrevista a Hugo Santos , efectuada pelo Agility SRD.

Cinco Perguntas...

a Hugo Santos, competidor de agility desde 2003, já com um vasto palmarés, onde se destacam o título de vice campeão nacional MIDI em 2006/2007, e o brilhante 14.º lugar conquistado em Castelleto di Leno, Itália, no European Open Agility 2007, com Trantor.
AGILITY SRD: O título de campeão nacional é o grande objectivo para esta época? E a nível internacional, entrar no top 10 europeu é uma possibilidade?
Sim, mas não é para esse objectivo que trabalho. Ser campeão nacional de Midi é consequência do trabalho que tenho vindo a fazer e vai acabar por acontecer seja este ano ou nos próximos.
O grande objectivo é ser uma referência a nível internacional. Claro que as pessoas pensam que estou a brincar, afinal de contas tenho um cocker !!
Pois eu não penso assim, não é preciso ter um Border ou Shetland para ser campeão !!! Estar no top 10 europeu é uma possibilidade e é algo que vou tentar na Alemanha.
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A restante entrevista encontra-se em Agility SRD

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